Dando continuidade a entrevista para o Jornal Comércio do Jahu, confira a segunda parte, com mais foco na questão de pesquisa de preços na aquisição do material escolar.
Primeira parte: Consciência Econômica
Pesquisar preços é essencial ao comprar material escolar
O início do ano é marcado pelo pagamento de muitas contas e impostos. Entre os gastos “carimbados” desta época, pais de crianças e adolescentes em idade escolar precisam se preocupar com as compras para o ano letivo. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (Abfiae) apontam que os preços dos artigos escolares estão até 35% mais altos que em 2015. Em tempos de recessão, consumidores devem buscar opções para economizar.
A primeira dica é comparar preços entre diferentes estabelecimentos, inclusive sites – pais e responsáveis devem comparar características, prós e contras das diferentes marcas.
“É possível encontrar diferença entre os valores de até 30%. Conversar com outros pais e se reunir para comprar o material escolar dos filhos nas lojas que vendem em atacado são boas opções, porque sempre sai mais barato e é possível dividir os produtos”, explica a educadora financeira Cintia Senna.
A coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Elici Maria Checchin Bueno, destaca que é possível negociar na forma de pagamento. O pagamento à vista pode propiciar bons descontos, principalmente para quem tem uma quantia em mãos no momento.
Caso contrário, vale perguntar em até quantas vezes a compra pode ser parcelada sem acréscimo de juros. “Após finalizar as compras, o consumidor não deve se esquecer de solicitar a nota fiscal, para garantir os seus direitos e a troca de algum produto em caso de defeito não aparente”, diz Elici.
Estojos e mochilas
Reutilizar itens dos anos anteriores também ajuda bastante na economia – isso vale para mochilas, estojos, lápis, réguas, canetas, cadernos que não foram utilizados em sua totalidade, entre outros artigos em boas condições.
Com a ajuda do filho, é possível fazer uma capa diferente para o mesmo caderno sem a necessidade de comprar um novo produto. Para quem precisa comprar livros é válido fazer pesquisa em sebos ou fazer trocas com alunos de outros anos da escola. Em relação às apostilas não há como fugir dos preços praticados pelas instituições de ensino, mas é possível pechinchar no valor ou na forma de pagamento.
Consumidores ainda devem ficar atentos aos itens que as escolas não podem incluir nas listas escolares, como produtos de marcas específicas ou de uso coletivo (veja quadro).
Fonte: http://www.comerciodojahu.com.br/noticia/1341438/pesquisar-precos-e-essencial-ao-comprar-material-escolar
Imagens: Pixabay


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