Já passou por alguma dificuldade por não ter nenhum dinheiro no bolso? Leia o artigo, análise e compartilhe sua visão conosco. Espero que apreciem a leitura.
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| Você anda com dinheiro? |
Brasileiro usa mais o cartão, mas mantém algum dinheiro no bolso
Com as facilidades do pagamento eletrônico, o que inclui aspectos relativos à segurança, seria natural identificar o menor número de pessoas andando com dinheiro no bolso.
Em parte, é isso que detecta levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que registra queda nos pagamentos realizados com dinheiro em espécie: 37% na comparação com 2013.
Com a crescente aceitação no comércio de outros meios, como o cartão de crédito, a tendência é que o uso de cédulas diminua ainda mais nos próximos anos.
Ainda assim, esse não deve ser um movimento definitivo, conforme indica o Banco Central. Seu mais recente boletim de crédito aponta que a média diária de cédulas em circulação no país aumentou 9,2% em 2015. O dado é relativo a maio, utilizado em comparação ao observado no mesmo mês no ano passado.
Ou seja, embora outros meios sejam cada vez mais utilizados para pagar contas e despesas pessoais, o brasileiro não abre mão de ter algum dinheiro no bolso. E há algumas boas razões para agir assim.
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| Moedas facilita o dia-a-dia! |
Dinheiro no bolso ajuda a economizar
Andar com dinheiro no bolso ainda oferece vantagens e é bem provável que ele não seja deixado de lado tão cedo. Uma delas é a economia. De acordo com a educadora financeira Cintia Senna, o hábito ajuda a não consumir por impulso. “Sentir o dinheiro físico sair da mão pesa mais do que o de plástico. As pessoas dão mais valor”, avalia.
O ideal, no entanto, é não encher a carteira de cédulas se a intenção não for comprar. Para a educadora, sair com o mínimo necessário, somente para uma eventual circunstância, é o mais recomendado. Uma quantia muito alta, além de atrair mais riscos, pode fazer qualquer promoção lhe desviar dos seus objetivos.
Conforme Cintia, não existe quantia mínima indicada para se levar no bolso – tudo depende da sua intenção. “Se pensarmos que seja para o cotidiano, por exemplo, ida e volta ao trabalho, o mínimo seria duas vezes a necessidade de emergência”, exemplifica.
Caso seja para um passeio, evento fora do dia a dia, o aconselhável é analisar a intenção dessa saída e levar o suficiente para o que realmente deseja consumir.
Além disso, é melhor sair com cédulas de maior valor. Para Cíntia, a sensação de gastar uma nota de R$ 50,00 e uma de R$ 2,00 são completamente diferentes.“É como se pesasse mais”, compara.
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| Cuidado ao sair gastando os valores pequenos!!! Fique de olho. |
Projeto de Lei acaba com dinheiro no bolso
Para aqueles que têm costume de andar sempre com dinheiro no bolso, o hábito corre riscos no Brasil. A Câmera dos Deputados analisa o projeto de lei PL 48/2015, que prevê a extinção da produção, circulação e uso do dinheiro em espécie. O texto determina que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.
Para o autor do projeto, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), a medida pode trazer benefícios à sociedade e colocar nosso país em outro patamar de organização fiscal, tributária e de combate à violência, sonegação, tráfico de drogas e corrupção.
O Projeto de Lei tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças, Tributação, de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: http://www.vivoseudinheiro.com.br/brasileiro-usa-mais-o-cartao-mas-mantem-algum-dinheiro-no-bolso/
Imagem: Pixabay



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